segunda-feira, 30 de novembro de 2009


Na nossa sociedade quem está mais presente a ética de princípios ou a ética contextual?

No mundo direcionado pela tecnologia e pela ciência é cada vez mais difícil resgatar valores essenciais no ser humano, que na maioria das vezes está preocupado em atender aos próprios desejos e necessidades sem se importar com o seu próximo.

Quando as pessoas deixam de si preocupar com as outras e começam a buscar pelos seus objetivos de forma egoísta, a ética que está a serviço do amor perde a sua força, e por isso é cada vez mais comum tomamos conhecimento de comportamentos antiético nas mais variadas forma na nossa sociedade.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Tecnologia e Educação

O uso da tecnologia tem si tornado cada vez mais presente no cotidiano das pessoas. Percebemos que na atual sociedade da tecnologia e do conhecimento, as informações são transmitidas para todo o mundo, através da internet, da mídia, do celular num piscar de olhos. Este cenário tecnológico que descortina exige cada vez mais profissionais capacitados para atuarem num mercado competitivo.

As tecnologias invadem todos os espaços e querendo ou não temos que acompanhar esse processo chamado tecnologia. Os recursos tecnológicos atuais, os novos meios digitais, a multimídia, a internet, trazem novas formas de ler, de escrever e, portanto, de pensar e agir. O simples uso de um editor de textos mostra como alguém pode registrar seu pensamento de forma distinta daquela do texto manuscrito, provocando no indivíduo uma forma diferente de ler e de interpretar o que escreve.

Assim, segundo Moran (2008) “estas tecnologias começam a afetar profundamente a educação”. Isso significa que temos que modificar a forma de ensinar e aprender, tanto de forma presencial como a distância, pois muitas formas de dar aulas hoje não se justificam mais. Enfrentar essa realidade significa ter como perspectiva cidadãos abertos e conscientes, que saibam tomar decisões e trabalhar em equipe. Cidadãos que tenham capacidade de aprender e de utilizar a tecnologia para a busca, a seleção, a análise e a articulação entre informações.

Sabemos que a educação é cada vez mais um instrumento de transformação, e de humanização de indivíduos e grupos sociais. Portanto segundo Lima:

“o processo de humanização é o processo pelo qual todo ser humano passa para se apropriar das formas humanas de comunicação, para adquirir e desenvolver os sistemas simbólicos, para aprender a utilizar os instrumentos culturais necessários para as práticas mais comuns da vida cotidiana até para a invenção de novos instrumentos, para se apropriar dos conhecimentos historicamente constituídos e das técnicas para a criação nas artes e criação nas ciências”. (LIMA, 2008, p.19)

Entretanto, o que se observa em relação à inserção da tecnologia na educação é a preocupação excessiva com a aquisição de equipamentos e uma proliferação de programas sem uma intencionalidade na produção. Muitas vezes a preparação dos professores para tais utilizações não tem tomado parte nas prioridades educacionais. Essa preparação propiciada aos professores frequentemente ocorre através de rápidos treinamentos. Outras vezes a instituição contrata instrutores para ministrar as aulas deixando os professores alheios à novidade.

Há também a resistência de alguns professores em acompanhar esse processo tecnológico. Para Mano (2008) os educandos cada vez mais estão envolvidos em situações que envolvem a tecnologia, prontos, para utilizar as novas tecnologias os próprios professores precisam ter aberto a essas novas propostas de trabalho. Pois a atuação do professor não podem se limitar ao fornecimento de informações para seus alunos. Cabe ao mesmo assumir a mediação das interações professor-aluno-computador de modo que o aluno possa construir o seu conhecimento em um ambiente desafiador, em que a tecnologia auxilia o professor a promover o desenvolvimento da autonomia, da criatividade, da criticidade e da auto-estima do aluno.

Referências:

LIMA, Elvira Souza Indagações sobre Currículo: currículo e desenvolvimento human. In: BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto/ SEB, Brasília: MEC, 2008.

MORAN, J. Manoel. A integração das tecnologias na educação. Capturado em: http://www.eca.usp.br/prof/moran/integração.htm acesso em 25 de agosto de 2008

sábado, 4 de julho de 2009

Pessoas importantes, pessoas estrelas.

Há pessoas estrelas e há pessoas cometas. Os cometas passam. Apenas são lembrados pelas datas que passaram e retornaram. As estrelas permanece. O sol permanece. Passam-se anos, milhões de anos e as estrelas permanecem. Os cometas desaparecem.

Há muita gente como os cometas, que passa pela vida da gente apenas por instantes. Gente que não se prende a ninguém e a ninguém se prende. Gente sem amigos. gente que apenas passa, sem iluminar, sem aquecer, sem marcar presença. Assim são as pessoas que vivem na mesma comunidade e que passam um pelo outro sem serem presença.

O importante é ser como as estrelas. Que permanece, que clareia. Estar presente. Ser luz. Ser calor. Ser vida. Ser amigo é ser estrela. Podem passar os anos, podem surgir distâncias, mas a marca da amizade fica no coração que não querem enamorar-se de cometas, que apenas atraem olhares passageiros e passam.

São muitas as pessoas cometas. Passam recebem as palmas e desaparecem. Ser cometas é ser companheiro apenas por instantes. É explorar os sentimentos humanos. A solidão de muitas pessoas é consequencia de não poderem contar com alguém. É resultado de uma vida de cometa. Ninguém fica. Todos passam uns pelos outros.

Há muita necessidade de criar um mundo de pessoas estrelas. Aquelas com as quais todos os dias podemos contar. todos os dias ver a sua luz e sentir o seu color. Assim são os amigos estrelas na vida da gente. Pode-se contar com elas. Eles são presença. São coragem nos momentos de tensão. São luz nos momentos de escuridão. São segurança nos momentos de desânimo.

Ser estrela neste mundo passageiro, neste mundo cheio de passas cometas, é um desafio, mas acima de tudo uma recompensa. Recompensa de ter sido luz para muitos amigos. calor para muitos corações e acima de tudo, saber que nascemos e vivemos, e não somente existimos.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

A BRINCADEIRA COMO FORÇA MOTRIZ NA FORMAÇÃO GLOBAL DA CRIANÇA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Até a pouco tempo, durante o período de estudo do curso de Pedagogia, eu não tinha lido nada sobre Psicomotricidade. Quando isso aconteceu fiquei encantada com os temas relacionados à psicomotricidade; e a formação geral da criança através das brincadeiras foi um dos temas que mais me chamou a atenção. E quanto mais eu leio me convenço da importância das brincadeiras para a formação geral da criança.


Ao ler temas como esse é possível que cresça em nós uma sensibilidade maior para perceber que o brincar para a criança é um ato muito sério, e que precisamos desenvolver ações pedagógicas que facilitem a aquisição de novos conhecimentos e habilidade da criança levando em consideração a sua potencialidade neste processo . No momento da brincadeira a criança vai aprender conceitos tendo como referência o próprio corpo. Quando, nas brincadeiras, ela precisa ficar na frente ou atrás, do lado esquerdo ou do lado direito do colega ou quando está dançando entre outras ações que fazem com que ela aprenda. Daí a importância do desenvolvimento no espaço escolar de ações pedagógicas que facilitem a aquisição das habilidades e de conhecimento da criança.


O brincar livre da criança permite ao educador diagnosticar seu estágio de desenvolvimento, seus desejos, suas necessidades. No entanto a brincadeira durante um longo período no espaço escolar foi negligenciada. Para muitos ela era um mero passatempo para a criança, sem nenhum aproveitamento, não se pensava na brincadeira como elemento de apoio na formação global da criança. Hoje, a brincadeira é tida como possibilidade para novas aprendizagens, onde a criança, ao brincar, aprende a resolver algumas situações novas para elas.


Assim, falar sobre esta temática significa buscar entender como a escola esta trabalhando a questão do brincar como estratégia para a aquisições de habilidades das crianças nas ações pedagógicas desenvolvidas na Educação Infantil. E se esse espaço proporciona condições para a criança se desenvolver de maneira autônoma.

A brincadeira na infância é essencial para a formação do ser humano. Na brincadeira o corpo é utilizado como principal instrumento psicomotor. Na hora em que esta brincando os movimentos da criança deixa de ser um ato mecânico que se refugia na utilização de gestos convencionais indicados pela professora, e passa a ter toda uma espontaneidade. É nessa hora em que a criança desenvolve o seu modo pessoal de agir diante de deferentes tipos de situações que lhe é apresentada.

No momento das brincadeiras a criança além de se divertir ela também desenvolve a capacidade de criar, interpretar, e de se relacionar com as coisas e as pessoas que estão ao seu redor.

Ao brincar a criança utiliza o próprio corpo como principal meio de interação e comunicação com as outras pessoas. Dessa maneira ela vai desenvolvendo a sua personalidade e os aspectos cognitivos e motores.

Através da brincadeira, a criança pode desenvolver a imaginação, a confiança, a auto-estima e a cooperação, o modo como a criança brinca pode revelar a sua personalidade. No momento em que a criança está brincando é possível um adulto perceber nela traços de liderança, solidariedade, autoritário e etc.. Na interação da criança com outras crianças, ela vai formando a sua personalidade, mas para isso é necessário que se dêem condição. Os adultos devem promover situações de acordo com a necessidade da criança, estimulando e oportunizando situações que ajude no desenvolvimento integral, através de atividades lúdicas.


Sabendo da importância do brincar, então por que as brincadeiras da criança na Educação Infantil são negligenciadas pelos professore uma vez que é um dos principais elementos para que o seu desenvolvimento global aconteça.


O brincar é um dos fatores de grande relevância no desenvolvimento geral da criança. As brincadeiras e os jogos ajudam na formação do seu esquema corporal. Quando uma criança tem a oportunidade de brincar. Certamente vai ter um desenvolvimento muito mais rico com experiências muito mais significativas para a sua formação psicomotora, intelectual e social. Pois o esquema corporal se organiza pela experiência do uso do próprio corpo.


Sem perceber a criança organiza seu esquema corporal desde o nascimento, a partir das experiências do próprio corpo. Desde muito pequena ela tem uma necessidade muito grande de se movimentar. A brincadeira estimula o desenvolvimento nas áreas como a da motricidade, da cognição, da afetividade e da linguagem. Toda a aprendizagem que o brincar permite é fundamental para a formação da criança, em todas as etapas da sua vida. Brincando ela aprende novos conceitos, adquire informações importantes para um crescimento saudável.


Ao brincar a criança tem o próprio corpo como ponto de referência para interagir com ela mesma, com o mundo e com os outros, e com nessa interação ela vai aprender conceitos que fazem parte da sua estrutura espacial. Quando ela precisar ficar do lado, na frente ou atrás do colega no momento em que estar brincando. Automaticamente ela está aprendendo esses conceitos além aprender a se situa melhor no mundo que a rodeia. A estrutura espacial não nasce com a criança, ela é elaborada e construída mentalmente através dos movimentos em relação aos objetos em torno da própria criança.


Além da estrutura espacial ao brincar a criança desenvolve a estrutura temporal. As noções do corpo, do espaço e do tempo têm que estar intimamente ligadas ao movimento humano. A criança não sabe, mas o seu corpo coordena-se, movimenta-se continuamente dentro de um espaço determinado em função do tempo, em relação a um sistema de referência usado para orientar-la.


Os movimentos precisam ser vistos como base fundamental para o desenvolvimento da educação global da criança. E a educação psicomotora tem como objetivo trabalhar a potencialidade da criança de maneira espontânea.


Para Wallon é sempre a ação matriz que regula o aparecimento e o desenvolvimento das formações mentais. Os exercícios psicomotores não devem usar movimentos mecânicos, é preciso que eles sejam elaborados para estimular as estruturas cognitivas e afetivas da criança.


O aprender e o brincar têm uma ligação muito estreita. É nas brincadeiras propostas pelo educador que as crianças vão aprender a respeitar as regras e se conscientizar dos papeis sociais, sempre que o educador propor um jogo, ele precisa ter em mente critério para o desenvolvimento, aprendizagem da criança.


Segundo As Leis de Diretrizes e Bases, Art. 29.

A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até os seis anos de idade, em seus aspectos físicos, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade.


É a partir da brincadeira que a criança da Educação Infantil vai poder desenvolver as suas potencialidades, provocando com isso o funcionamento do pensamento, ao brincar a criança usar o próprio corpo como instrumento de aprendizagem, pois é através dele que a primeira noção do mundo é formada.


É importante que a criança possa brincar sozinha e em grupo, preferencialmente com crianças de idade próximas. Desse modo ela tem possibilidade de aprende conceito pertinente a sua idade, também de ampliar a consciência de si mesma, e do outro.

Através da brincadeira, a criança pode desenvolver a imaginação, a confiança, a auto-estima e a cooperação, o modo como a criança brinca pode revelar a sua personalidade. No momento em que a criança está brincando é possível um adulto perceber nela traços de liderança, solidariedade, autoritário e etc..


Para separar o significado da ação real, a criança tem que ter a oportunidade de fazê-lo e isso só é possível através da brincadeira. Assim, o agir em uma situação imaginaria ensina a criança a dirigir o comportamento pelo significado dessa situação. Se, em primeiro momento, a acão exercia um predomínio sobre o significado, na situação imaginaria, o significado dirige a ação. Isto mostra que a criança já esta estabelecendo conceitos. (MALUF, p.48, 2004.)


Hoje a brincadeira é usada como possibilidade para novas aprendizagens a criança ao brincar aprende a resolver algumas situações novas para elas. Apesar da intencionalidade ela não deixa de ser uma brincadeira. Mas seria muito bom que as crianças tivessem a possibilidade de brincar sem compromisso, de está adquirindo algum tipo de habilidade.


Toda e qualquer aprendizagem é vivenciada, registrada, guardada e memorizada pelo corpo. É com esta memória corporal que a criança continua aprendendo coisas novas. Novas aprendizagens vão sendo conquistadas e memorizadas pelo corpo através dos sentidos, percepções e relações que se estabelecem todo o tempo, e que vão se integrando, interagindo com aprendizagens anteriores e criando novas aprendizagens, construindo conhecimentos.


As atividades lúdicas é um momento espontâneo na qual a criança busca o seu prazer na maneira mais simples que ela poder. A brincadeira da escola é cheia de intencionalidade, e por isso ela está sempre ligada a aquisição de habilidades. Portanto, cabe à escola e a nós educadores está buscando fonte de prazer na ludicidade infantil dos nossos alunos.

Segundo o Referencial Curricular para a Educação Infantil, (RCNEI), brincar é uma das atividades fundamentais para o desenvolvimento da identidade e da autonomia. O fato de a criança, desde muito cedo, poder se comunicar por meio de gestos, sons e mais tarde representar determinado papel na brincadeira faz com que ela desenvolva sua imaginação. Nas brincadeiras as crianças podem desenvolver algumas capacidades importantes, tais como a atenção, a imitação, a memória, a imaginação.

A diferenciação de papéis se faz presente, sobretudo no faz-de-conta, quando as crianças brincam como se fossem o pai, a mãe, o filhinho, o médico, o paciente, os super heróis etc. imitando e recriando personagens observados ou imaginados nas suas vivências, a fantasia e a imaginação são elementos fundamentais para que a criança aprenda mais sobre a relação entre as pessoas, sobre o eu e sobre o outro.

A ludicidade é um assunto que tem conquistado espaço no panorama nacional, principalmente na educação infantil, por ser o brinquedo a essência da infância e seu uso permiti um trabalho pedagógico que possibilita a produção do conhecimento.

A infância é a idade das brincadeiras. Acreditamos que por meio delas, a criança satisfaz em grande parte seus interesses, necessidades e desejos particulares, pois. Quando está brincando, a criança recria o mundo ao seu redor, refazendo os fatos para adequá-los a sua capacidade de assimilação

Os professores, aos poucos, estão se conscientizando da importância da brincadeira para a criança da Educação Infantil, e passaram, a buscar informações para enriquecer suas experiências, e para entender o brincar como elemento que auxilia na construção do aprendizado da criança.

Ao brincar a criança tem o próprio corpo como ponto de referência para interagir com ela mesma, com o mundo e com os outros, de forma a aprender os conceitos das coisa que estão ao seu redor. Automaticamente, então ela está aprendendo-as além de aprender a se situar melhor no mundo que a rodeia porque [...] “o corpo que age se estrutura e se situa num mundo organizado espaço temporal. Que é mensageiro de idéias e sentimentos, e que expressa o mundo fantasmático, o desejo e a personalidade global” (COBRAL, 2001p.15,) precisa de estímulo para que essas aprendizagens aconteçam.

A estrutura espacial que a criança precisa ter para lidar com o objeto e com o outro não nasce com ela, é elaborada e construída aos pouco através dos movimentos em relação aos objetos em torno da própria criança. Portanto os movimentos executado na hora em que está brincando precisaM ser vistoS como base fundamental para o desenvolvimento da educação global da criança. E a educação psicomotora tem como objetivo trabalhar o movimento e o pensamento da criança de modo que venha a estimular a sua potencialidade através da propria brincadeira.

Para que as crianças possam exercer sua capacidade de adquirir novas aprendizagens é imprescindível que haja riqueza e diversidade nas experiências que lhes são oferecidas nas escolas e o brincar é uma ótima estratégia para trabalhar novas aquisições a partir de experiências prazerosas e significativas para a criança, portanto,

[...] “as ações humanas, o movimento é a transição do potencial ao ativo, isto é, passar da capacidade à realização. É com efeito, o processo pelo qual o potencial se realiza, transformando-se em ativo. É do final desse processo de movimento que resulta o objeto pronto”. ( Hourdakis 2001p.87,).

A escola como espaço de socialização e produção de saberes, enfim, de aprendizagem, se consistiu como um local privilegiado para o desenvolvimento global da criança e a brincadeira contribui de maneira substancial, pois é através dos movimentos que a criança vai estrutura os aspecto motor. “O objetivo central da educação pelo movimento é contribuir ao desenvolvimento psicomotor da criança, de quem depende, ao mesmo tempo, a evolução de sua personalidade e o sucesso escolar.” (LE BOULCH, 1987). O seja a criança aprende quando está brincando, pois os seus movimento nesse momento são pesarosos e significativos.

Para Le Boulch o movimento, a Psicocinética, propõe aos educadores meios práticos para utilizar o movimento a partir das brincadeiras como elemento que ajuda na educação global da criança. Assim o papel do educador não é o de administrar de modo direto, numa ordem determinada, o exercício (as brincadeira) que lhe sugerimos apenas a titulo de exemplos, mas, considerados os objetivos definidos e as adaptações relativas a idade, escolha aqueles que parecem melhor convir às necessidades infantis (LE BOUlCH 1988, p.54)


Referência:


HOURDAKIS, Antoine. Aristóteles e a Educação. Editora Loyola, São Paulo, 2001


CABRAL, Suzana Veloso. Psicomotricidade Relacional: Prática clinica e escolar. Ed. revinter LTDA . Rio de Janeiro, 2001


FONSECA, Vitor da. Manual de Observação Psicomotora: Significação Psiconeurologia dos Fatores Psicomotores. Ed. Artemed.


FRIEDMANN, Adriana. Arte de brincar. Brincadeiras e jogos tradicionais. Petrópolis Ed. Vozes 3ª edição, 2004


LE BOULCH. Educação psicomotora: A Psicocinética na idade escolar. Ed. Artmed, 2º edição, Porto Alegre1987.


MOYLES, Janet R. Só brincar? O papel do brincar na educação infantil. Ed.Art Med


MALUF, Ângela Cristina Munhoz. Brincar: prazer e aprendizado. Ed. Vozes, 3ª edição, 2004.


OLIVEIRA, Gislene de campos. Psicomotricidade: Educação e Reeducação num Enfoque Psicopedagógico. Ed. Vozes, 9º edição, Petrópolis 2004.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 2004.

RODRIGUES, Ivete Gama e Patrícia. Vamos brincar do quê? Um guia de jogos e brincadeiras para qualquer idade e ocasião. São Paulo, Ed. A Girafa, 2004.

MINAYO, Maria Cecília de Souza et al. (Org.) Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 2. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1994. In:

http://www.google.com.br/search?q=%EF%81%B7%09Minayo+(1999)&sourceid=navclient-ff&ie=UTF-8&rlz=1B3GGGL_pt-BRBR267BR267

http://penta.ufrgs.br/~luis/Piaget/Glossario/Indice.htm

Referencial Curricular para a Educação Infantil,

sábado, 14 de março de 2009

Ressignificando as nossas dores

Na nossa tragetória de vida passamos por situações em que pensamos ter quase todo controle, caso ela precise ser contornada. Essas nós arquivamos nos lugares das nossas lembranças das ações bem sucedidas.
Mas existem aquelas que fogem da nossa compreensão lógica e racional, são aquelas que não nos deixa nenhuma possibilidade de controle. o que fazer?, e então ?, só nos resta ressignificá-las para que possamos escolher em algum lugar da nossa memória e então arquivá-las.
nesse caso ressignificá-las é fundamental, precisamos passar a limpo, na mente e no coração os sentimentos que atordoam a nossa mente, que inquieta e distorce a nossa visão , e confunde a nossa percepção.
Nós precisamos entender que as situações difíceis vão sempre existir não podemos fugir delas, são como as estações do ano, não dar para pular nenhuma delas. O máximo que pode acontecer e não sentimos muito os efeitos de uma devida ação causada por outra.
As situações ruins podem ser comparadas ao inverno e ao outono nas nossa vidas. É bom lembrar que o inverno fraco não dizer ausência de chuva, e sim a inexistência de grandes tempestades e o outono curto não quer dizer que folhas não caíram.
Pensando, Eu já passei por difíceis estações e gostaria de compartilhar com vocês o meu inverno. Pois bem ele custou muito a passar e as vezes eu cheguei a pensar que iria morrer congelada, só que em seguida descobrir que nem tudo morre debaixo da espessa camada de gelo trazido pela dor.
Pois é quando o gelo derrete, porque ele sempre derrete você descobre que existem flores vivas que resistem as mais baixas e cruéis temperaturas.
Essas flores não nasceram no inverno elas vieram antes dele, mas mesmo fragies, são resistentes, pois é elas significam as ressignificações, que se transforma em esperanças de temperaturas melhores no futuro.
Pois bem eu acredito que independentemente de qualquer tipo de estação, que eu esteja passando ou que eu irei passar tenho a certeza que um dia vai chegar a primavera e quem sabe o verão.
Por isso eu nunca apresso as minhas estações simplesmente eu me preparo para a sua chegada. Por isso o conselho que eu passo a vocês é o seguinte. Conquiste o sentimento de outras pessoas para te ajudar a passar pela tempestade, porque ainde existem muitas estações para serem vivenciadas e nem todos os Invernos e os outonos são iguais. por isso estejam sempre preparados.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Aprenda a nutrir a sua inteligência emocional

Por Sueli Rocha

A inteligência emocional não é uma característica impossível de ser conquistada. Basta que você se disponha a desenvolver a sua capacidade de perceber, avaliar expressar corretamente as suas emoções.

A capacidade que nós temos de usar intencionalmente as nossas emoções a nosso favor é chamada de inteligência emocional. Para conquistar a sua comece aceitando as pessoas mais próxima de você como elas realmente são. Não fique estipulando regras a respeito de como elas deveriam ser e agir.

Se você tem uma tendência a ficar projectando para outra pessoa tudo aquilo que você gostaria para si vai correr o risco de estar sempre se decepcionando, além de estar cultivando uma magoa no coração. Pois as pessoas na grande maioria das vezes não se comporta como no´s desejamos.

Não deixe que os seus sentimentos distorcidos interfira na sua capacidade de compreender as pessoas que estão ao seu entorno, lembre sempre que os seus pensamentos e as suas avaliações não são imutáveis, mas estão sujeito a modificações baseadas em novas informações.

Pois isso busque enxergar nas pessoas as suas qualidades, Porque o que te afete negativamente ou positivamente não são os pessoas ou suas ações, mas, o significado que você lhes atribuem.

Lembre-se que a inteligência emocional faz com que suas emoções trabalhem em seu beneficio.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Atitude o nosso maior bem


Por Sueli Rocha

A atitude é o modo como uma pessoa comunica o seu estado de espírito às outras, Nossas atitudes não são estáticas, elas responde a um processo dinâmico, sensível e perceptual na qual conseguimos captar as coisas que acontecem ao nosso redor.

Uma atitude positiva nos dar força para enfrentar e administrar as situações adversas, sem deixar que elas fuga do nosso controle. Mas para isso é preciso que se menos importância as coisa que para nós de alguma maneira não deram certo, sem deixa que isso fique corroendo os nossos pensamentos minando a nossa resistência.

Uma atitude positiva é a manifestação externa de uma mente que procura se deter principalmente em coisas boas. Valorizando os momentos bons da vida e tentando descartar momentos desagradáveis.

As atitudes negativas existem para minar a nossa capacidade de administrar os nossos sentimentos. No decorrer das nossas vidas enfrentaremos aspectos negativos e positivos. Se não estivermos preparados os negativos podem ofuscar os positivos, Por isso é preciso estar sempre alerta para isolar os fatores negativos de maneira que minimize os seus impactos.

Uma das coisas que ajudam a enfrentar os fatoes negativos e o bom humor. Ele pode melhorar na sua visão de uma vida mais equilibrada. O humor é muito bom para encorajar as pessoas a verem e pensarem em coisas mais alegres. Aprenda a rir dos apuros que os serem humanos enfrentam e verá que assim a vida se torna mais fácil de ser vivida.